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Objetivo

Elevar a qualidade do ensino superior

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Iniciativas
  1. Promoção de programas de integração entre empresas e universidades;
  2. Promoção da aproximação dos currículos às necessidades dos setores produtivos;
  3. Aperfeiçoamento do ensino superior e de seu modelo de financiamento.

 

Foram realizadas 7 ações para alcançar esse objetivo: 

  • 2 ações de defesa de interesses;
  • 3 ação de prestação de serviços;
  • 2 ações de geração de conhecimento.

 

AÇÕES DEDEFESA DE INTERESSES
Ação 1:  Curso SENAI CETIQT de Engenharia Química – nova matriz do curso: trabalhar com competências

Em 2018, o SENAI reuniu um grupo de representantes do setor químico industrial para definir os perfis profissionais do Operador de Processos Químicos Industriais, do Técnico em Química e do Engenheiro Químico. Participaram as empresas Shell, Basf, Natura, Braskem e Petrobras e das instituições ABIQUIM, ABEQ, UFRJ, CRQ e Fiocruz.
Foi construído um currículo com base em competências necessárias para o perfil profissional demandado pela indústria nacional. O novo currículo do Bacharel em Engenharia Química prevê a realização de projetos, a resolução de problemas reais e o desenvolvimento de competências para atendimento aos desafios da indústria 4.0. Com isso, espera-se reduzir o tempo de adequação e treinamento para profissionais de engenharia química, pois o curso de engenharia estará alinhado às demandas da indústria.
Em 2019, os primeiros resultados foram promissores e indicam a efetivação desse programa de engenharia com prática docente inovadora. Os primeiros profissionais com esta nova formação  entraram no mercado  em 2022.
Desde 2019, as Instituições de Ensino Superior do SENAI mantêm um elevado desempenho nas avaliações institucionais do INEP/MEC, com notas 4 e 5 no credenciamento e recredenciamento da faculdade e na avaliação de cursos.

 

Ação 2: Aprovação no Conselho Nacional de Educação (CNE) das Diretrizes Curriculares Nacionais elaboradas com participação da CNI 

A CNI criou um grupo de trabalho no âmbito da Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI) formado por empresas e instituições de ensino superior e parceiros do ecossistema de inovação. Esse grupo tem por objetivo discutir e propor aprimoramentos para a agenda de recursos humanos para inovação, descrita no documento “Agenda da Mobilização Empresarial pelaInovação 2019-2020”. A agenda inclui propostas para melhorar a escolarização formal nos níveis básico, técnico e superior e aperfeiçoar as estruturas curriculares, metodologias de ensino e avaliação de cursos, além de estimular a capacitação docente.
A CNI apresentou, no Poder Executivo, as propostas da agenda relativas às diretrizes curriculares nacionais (DCN) para o curso de graduação em Engenharia. Como resultado, a CNI participou da elaboração de propostas de novas DCNs, as quais foram aprovadas no Conselho Nacional de Educação (CNE).

 

AÇÕES DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS
Ação 3:  Cursos de pós-graduação para implementação de tecnologias da indústria 4.0 

Promoção da valorização do profissional em tecnologia industrial. O SENAI, em parceria com empresas industriais, desenvolveu cursos de pós-graduação para formar especialistas com capacidade de elaborar projetos para implementação de tecnologias habilitadoras da indústria 4.0, capacitando-os a gerar soluções com a agilidade e detalhamento necessários em um cenário onde a tecnologia evolui de maneira acelerada.

 

Ação 4:  Cursos de pós-graduação - conectando ferramentas digitais do trabalho do futuro

Quatro cursos de pós-graduação foram desenvolvidos pelo SENAI, ao longo do ano 2021: Smart Factory, Digital Twin, Digital Energy e BIM. O curso EAD de Digital Twin foi lançado em parceria com a Siemens. Para promover a transformação desejada para a indústria, o SENAI em conjunto com suas unidades da Bahia e Santa Catarina - que possuem credenciamento como Centros Universitários, e o Cetiqt conceberam o modelo de negócios do Programa SENAI Ensino Superior em formato diferenciado, conectando as ferramentas digitais do trabalho do futuro com as estruturas e profissionais atuantes nos Institutos SENAI de Tecnologia e de Inovação.

 

Ação 5:  Cursos de pós graduação - expansão da oferta de ensino superior por meio de operação digital

O SENAI atua há 25 anos no Ensino Superior e atualmente conta com 35 Faculdades e 3 Centros  Universitários, distribuídos por 13 estados da federação, onde são oferecidos mais de 100 cursos de graduação e pós-graduação com conceito 4 e 5 do INEP/MEC.
Em junho de 2022, a instituição realizou um upgrade em suas ações com o lançamento da Universidade Digital do SENAI – UniSENAI.digital, tendo como objetivo a expansão da oferta de    ensino superior por meio de uma operação totalmente digital, criando uma rede com os centros  universitários, faculdades e polos, agregando tecnologias e ferramentas que possibilitam ao estudante um aprendizado mais flexível, moderno e aplicado a suas necessidades. Importante destacar: uma operação digital não significa uma operação 100% online. O SENAI continuará tendo como grande diferencial em sua formação as atividades práticas que complementam e consolidam os conhecimentos adquiridos ao longo dos estudos. Este momento presencial tende a ser ainda mais enriquecido com a conexão com as estruturas do SENAI voltadas para pesquisa aplicada e desenvolvimento tecnológico: os Institutos SENAI de Inovação e Tecnologia.
Com este modelo digital de operação, o SENAI ampliará sua presença no ensino superior para todo o Brasil, integrando os melhores profissionais do Brasil nas respectivas temáticas dos cursos, com necessidades e aplicações específicas da indústria local.


AÇÕES DE GERAÇÃO DE CONHECIMENTO
Ação 6:   “Documento de Apoio à Implantação das Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs de Engenharia)”

Em agosto de 2019, o Ministério da Educação homologou novas Diretrizes Nacionais Curriculares para o Curso de Graduação em Engenharia, que entraram imediatamente em vigor. O novo texto incorporou diversas demandas que vinham sendo defendidas pelo Grupo de Trabalho de Engenharia (STEAM da CNI/MEI), como por exemplo, formação por competências, aprendizado baseado em projetos ou problemas reais e maior interação dos cursos com a sociedade, de modo a aproximar os currículos das necessidades do mercado.
A fim de contribuir para a rápida apropriação da nova regulação por parte dos cursos de graduação em Engenharia, em junho de 2020 a CNI, em parceria com o Conselho Nacional de Educação (CNE), a Associação Brasileira de Educação em Engenharia (ABENGE) e o Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (CONFEA), lançou o “Documento de Apoio à Implantação das DCNs de Engenharia)”. A publicação é um documento de suporte, com orientações iniciais para as Instituições de Educação Superior (IES), assim como um instrumento de mobilização dos diversos atores em favor de uma ampla e urgente renovação dos cursos de Engenharia no país.

 

Ação 7:  Ciclo de debates – boas práticas educacionais para aproximação entre universidade e empresas

Adicionalmente, a CNI/MEI, CNE, ABENGE e CONFEA realizaram um ciclo de debates, no segundo semestre de 2020, com palestrantes de escolas de engenharia e empresas da MEI para disseminar boas práticas educacionais de modernização dos cursos de engenharia no país e tendências tecnológicas em setores da indústria, bem como estimular a aproximação entre universidades e empresas.
 

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